A próxima postagem do blogger está imperdível,com certeza
vai ser umas das nossas melhores postagens. Vamos falar dos ILLUMINATI umas das seitas mais polêmicas que existem, se não a mais polêmica. Eu costumo dizer que é muita conspiração pra uma seita só. Aguarde e veja essa grande matéria que vamos divulgar no sábado dia 14/12.
Aqui nós vamos relatar fatos filosóficos, religiosos e até mesmo de seitas secretas. Um novo espaço para discutir esses temas e muito mais. Isso tudo escrito por Oliver Lucas.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Aleister Crowley
Nascido na Inglaterra em 1875, Aleister Crowley foi nada
mais nada menos que o maior “mago” de todos os tempos. Era chamado de o homem
mais maligno do mundo, e se auto-intitulava “A Besta”, ou o número 666. Crowley
influenciou muito a música – artistas como Black Sabbath, Beatles (na capa do
disco Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, lá estava a foto de Crowley) e
Raul Seixas (em músicas como Sociedade Alternativa e A Lei).
Crowley também era mago, hedonista, usuário recreacional de
drogas, e crítico social. Em muita de suas façanhas ele "iria contra os
valores morais e religiosos do seu tempo", defendendo o libertarianismo
baseado em sua regra de "Faz o que tu queres". Por causa disso, ele
ganhou larga notoriedade em sua vida, e foi declarado pela imprensa do tempo
como "O homem mais perverso do mundo." Além de suas atividades
esotéricas, ele era também um premiado jogador de xadrez, um alpinista, poeta e
dramaturgo.6
Em 2001, uma enquete da BBC descrevia Crowley como sendo o
septuagésimo terceiro maior britânico de todos os tempos, por influenciar e ser
referenciado por numerosos escritores, músicos e cineastas, incluindo Jimmy
Page, Alan Moore, Bruce Dickinson, Ozzy Osbourne, Raul Seixas, Marilyn Manson e
Kenneth Anger. Ele também foi citado como influência principal de muitos grupos
esotéricos e de individuais na posterioridade, incluindo figuras como Kenneth
Grant e Gerald Gardner.
Edward Alexander Crowley Nasceu na rua Clarendon Square,
número 30, em Royal Leamington Spa, Warwickshire, Inglaterra, entre as 11:00 da
noite e meia-noite do dia 12 de Outubro de 1875.8 Seu pai, Edward Crowley, era
um engenheiro formado mas, de acordo com Aleister, nunca trabalhou como um. Ele entretanto era um rico dono de cervejaria, que permitiu a ele se aposentar
antes que Aleister nascesse. Através do negócio de seu pai ele conheceu o
ilustrador Aubrey Beardsley. Sua mãe, Emily Bertha Bishop, vinha de uma família
com origens em Devon e Somerset. Ambos seus pais eram da Irmandade Reservada,
uma facção mais conservativa de uma denominação Cristã conhecida como Irmãos de
Plymouth, e seu pai costumava ser um missionário. Deste modo o jovem Crowley
foi criado para ser um Irmão Plymouth, sujeito a leitura diária de um capítulo
da Bíblia.
Em 29 de Fevereiro de 1880,12 uma irmã, Grace Mary
Elizabeth, nasceu mas sobreviveu apenas cinco horas. Crowley foi levado para
ver o corpo, em suas próprias palavras em As Confissões de Aleister Crowley, o
qual escreveu em terceira pessoa:
O incidente criou uma curiosa impressão nele. Ele não
entendia o porque de ser perturbado tão inutilmente. Ele não poderia fazer
nada; a criança estava morta; aquilo não era de sua conta. Essa atitude
continuou com o passar de sua vida. Ele nunca vistara outro funeral a não ser o
do próprio pai, que ele não se importou em fazer, pois sentiu que ele na
verdade era o centro de interesse.
Em 5 de Março de 1887, quando Crowley tinha apenas onze
anos, seu pai morreu de câncer de língua. Ele iria mais tarde descrever isso
como um ponto decisivo em sua vida, e a partir desse momento ele mais tarde
começa a se descrever em primeira pessoa em suas Confissões. Ainda sendo rico,
ele posteriormente foi enviado a uma escola da Irmandade Plymouth, mas foi
expulso por "tentar corromper outro garoto."Após isso ele atendeu
a Escola Tonbridge e o Colégio Malvern, ambas a qual desprezava Ele se
tornou continuamente cético sobre o Cristianismo, e foi contra a moralidade
Cristã da qual foi ensinado.
Principal Obra
A principal obra de Aleister Crowley foi o Livro da Lei, no
início do Novo Aeon*. Ele foi o principal desenvolvedor da Lei de Thelema, o
qual seu principal lema é: “Faz o que tu queres e há de ser tudo da Lei”, “O
amor é a Lei, mas amor sobre a vontade” e “Todo o homem e toda mulher é uma
estrela”.
*Aeon é um período de cerca de 2000 anos que caracteriza a
duração de um determinado ciclo regido por determinados conceitos mágicos na
filosofia thelêmica. O Aeon atual é o de Hórus, iniciado em 1904, também nome
de um deus gnóstico.
Crowley esteve presente nas principais ordem mágicas do
século XX, como a O.T.O. (Ordem dos
Templários Orientais), e era um exímio ocultista, talvez o maior de todos os
tempos, se dizendo o maior amigo da humanidade. Aleister Crowley se dedicou de
corpo e alma em desvendar os seus mistérios e segredos, indo a fundo na sua
busca, não se limitando por nada, derrubando todas as barreiras, experimentando
todas as facetas da alma humana, de todas as formas.
Criou uma série de rituais para se autoconhecer e travar
contato com inúmeras entidades, deuses, anjos e demônios, sem falar em uma gama
de símbolos de poder e palavras de passe. Através destes rituais, segundo
Crowley, as pessoas entram em um novo universo.
O Livro T, ou Livro de Thoth
Denominado Book of Thoth Tarot, consiste em 78 ilustrações
que antecipam a cultura psicodélica dos anos 60; esse ilustrações foram
pintados pela artista inglesa Frieda Harris entre os anos de 1938 e 1943, sob a
direção de Aleister Crowley. Las aquarelas foram compradas pelo Instituto
Warburg em Londres, onde são mantidos hoje. O baralho foi impresso pela
primeira vez em Dallas, em 1969, por Grady McMurtry, mas com apenas uma cor:
vermelho. Por esta razão foi chamado Sangreal One-Color Tarot. Só em 1977 o
Thoth Tarot foi impresso com as cores originais maravilhosas,por US Games
Systems e Samuel Weiser.
Influência no rock
Socialmente, Crowley se tornou conhecido devido as
referências feitas a ele no rock n' roll dos anos de 1960 e 1970, pelas bandas
Led Zeppelin, Rolling Stones, Iron Maiden, The Beatles e Black Sabbath, e pelos
cantores Bruce Dickinson, Ozzy Osbourne, David Bowie, Weverthon Patric, Raul
Seixas e John Frusciante.
Os primeiros a citar Crowley em sua obra foram os Beatles.
Por serem britânicos, os quatro membros da banda acreditaram que Crowley era
uma personalidade influente o bastante para ser colocado na capa do disco Sgt.
Pepper's Lonely Hearts Club Band. Isso possibilitou que os próximos artistas
tivessem conhecimento da obra de Crowley, que fazia uma boa combinação com a rebeldia
e o anarquismo promovidos pelo rock n' roll.
O cantor e compositor brasileiro Raul Seixas foi um grande
divulgador e seguidor da obra de Aleister Crowley. Suas principais canções
sobre Crowley e a Thelema são "Sociedade Alternativa", "Novo
Aeon", "Loteria de Babilônia" e "A Lei".
Uma das principais e provavelmente a mais explicita
referência musical é a canção "Mr. Crowley" do cantor britânico Ozzy
Osbourne. "Mr. Crowley" foi lançada no álbum Blizzard of Ozz, de
1980.
TV
TV
Seu nome é citado na série Supernatural exibido pela Warner Channel. Há o demônio de olhos brancos denominado Alastair; e o atual Rei do Inferno, Crowley. Todavia, não há indícios no seriado que qualquer um deles eles SEJA de fato Aleister Crowley.
Ele inicialmente é um dos antagonistas do anime e mangá D.Gray Man, mas logo se torna um membro da Ordem Negra, instituição responsável pelo combate ao Conde do Milênio - Principal antagonista das séries. Seu personagem é um vampiro.
No anime e mangá Toaru Majutsu no Index, Aleister Crowley é um mago que renegou a religião e recorre a ciência para seus fins, sendo o cérebro por trás da Cidade-Escola e o 'criador' do Imagine Breaker, a habilidade do braço direito de Kamijou Touma.
Morte
Morte Seus últimos anos, a partir de 1945, vividos em
Hastings, onde uma série de novos discípulos continuam recebendo instruções. E assim Kenneth Grant, John Symonds,
Grady McMurty, conhecem-no. Desta época, vem sua última obra,
consistindo numa coletânea de cartas dirigidas a uma jovem discípula, que foram
publicadas bem mais tarde, após a sua morte, como Magick Without Tears.46
No primeiro dia de dezembro de 1947, aos 72 anos, Aleister
Crowley, serenamente segundo alguns, exultante segundo outros, e ainda
perplexo, segundo um biógrafo, falece, vítima de bronquite crônica e complicações
cardíacas.47 48
Quatro dias depois, no crematório de Brighton, é realizada a
cerimônia que ficou conhecida como "O Último Ritual", com a leitura
de trechos da Missa Gnóstica, e de seu famoso Hino, a Pã.
Rumores indicam que Aleister Crowley teve um caso com
Pauline Pierce em Paris, que voltou para América por volta de 1924. Oito meses
depois em 8 de julho de 1924, ela deu a luz a uma menina chamada Bárbara.
Bárbara Pierce casou-se com George H. W. Bush, que veio a ser o 41º presidente
dos EUA, e ele teve um filho chamado George W. Bush, que veio a ser o 43º
presidente dos EUA. Interessante, não?
Thelema
Thelema é a filosofia ou religião (dependendo do ponto de
vista) baseada nos dois preceitos fundamentais da chamada Lei de Thelema:
Portal A Wikipédia
possui o
Portal do Ocultismo
"Faze o que tu queres, será o todo da Lei."1
"Amor é a lei, amor sob vontade."
Estes foram apresentados ao mundo, desta forma, no Livro da
Lei (Liber AL vel Legis), escrito por Aleister Crowley nos dias 8, 9 e 10 de
abril de 1904.
Crowley desenvolveu o sistema thelêmico a partir de uma
série de experiências metafísicas experimentadas por ele e sua então esposa,
Rose Edith Kelly Crowley, no início de 1904. A partir dessas experiências ele
alegava ter sido contactado por uma inteligência não-corpórea denominada Aiwass
(a quem identificou mais tarde como seu Sagrado Anjo Guardião), que ditou a
ele, entre o meio-dia e as 13 horas dos dias 8, 9 e 10 de abril daquele ano, o
Livro da Lei (Liber AL vel Legis). Sabe-se, além disso, que pensadores
anteriores a Crowley apresentaram traços da cosmovisão e sistema contidos no
livro, de modo que o conhecimento thelêmico, embora coroado pelo Liber AL, não
se restringe a ele.
O livro contém tanto a frase "Faze o que tu queres será
o todo da Lei" quanto o termo θέλημα, que Crowley tomou como nome do
sistema filosófico, místico e religioso que veio a se desenvolver a partir do
texto daquele livro, considerado sagrado pelos thelemitas, ou seja, aqueles que
seguem a filosofia ou religião de Thelema. O sistema thelêmico inclui uma série
de referências de magia, ocultismo, misticismo e religião, tanto ocidentais
quanto orientais, tais como a Cabala e a Yoga. Segundo Crowley, Thelema
representaria um novo sistema ético e filosófico para a humanidade,
caracterizando um Novo Aeon (Nova Era).
É comum que a Lei de Thelema seja compreendida, à primeira
leitura, como uma licença para que se executem todos os desejos e caprichos que
uma pessoa tenha, sem que haja responsabilidade ou consequências por seus atos.
Contudo, esta filosofia prega justamente o oposto, partindo da ideia de que
cada ser humano, por possuir livre arbítrio, é inteiramente responsável por sua
existência e por suas ações, sem ser absolvido ou culpado por nenhum Deus ou
Diabo no que tange o destino de sua própria vida. A liberdade de todo Homem e
toda Mulher é, portanto, cultuada, uma vez que, como consta no Liber AL,
"Todo homem e toda mulher é uma estrela". O resultado disso é um
profundo respeito a si próprio, a cada indivíduo e a cada forma de vida como
sendo expressões particulares do Divino.
Além disso, Thelema conclama cada um à descoberta e
realização de sua Vontade (a inicial maiúscula sendo utilizada para diferenciar
esta da vontade trivial, a expressão Verdadeira Vontade também sendo utilizada
para tanto). Cada um de nós tem por obrigação descobrir e cumprir essa
Verdadeira Vontade, deixando de lado todo capricho e distração que possa nos
afastar deste objetivo máximo. Ao realizá-la, estamos nos integrando
perfeitamente à nossa Natureza, que reflete a ordem do Universo. Portanto,
realizar a Verdadeira Vontade é despertar para a Vontade do Universo.
Em Thelema, considera-se a Divindade como algo imanente:
isto é, que vive dentro de tudo. Logo, conhecer sua Vontade mais íntima também é
conhecer a Vontade de seu Deus Interno. Esse processo de descoberta da Vontade
além dos desejos do Ego constitui um método de realização espiritual baseado
principalmente no autoconhecimento. Infelizmente, os escritos de Crowley são
usualmente mal interpretados e incrivelmente tomados no sentido oposto ao
original, dando origem a comportamentos anti-sociais que nada têm a ver com
Thelema.
A nível social, Thelema pode ser entendida como a luta pela
vivência da Liberdade de cada indivíduo, de modo que ele possa se realizar de
acordo com sua órbita particular, isto é, dentro de suas vivências e escolhas
específicas. Considerar a importância essencial do indivíduo para o mundo pode
ser uma postura menos pragmática do que a tradição política adotada por sociedades
opressoras e massificantes. No entanto, pelo que foi explicado anteriormente,
está claro que a tirania e os regimes totalitários nada têm a ver com Thelema.
domingo, 8 de dezembro de 2013
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Priorado de Sião
O Priorado de Sião, foi uma Ordem que surgiu na Idade Média e dentro dela pertenceram vários membros Da Vinci ... Isaac Newton ... ao qual foram Grãos-Mestres destas Ordens ( Maior Cargo de Hierarquia ) como podemos ver no livro o Código da Vinci, Dan Brow busca informações verdadeiras, porém as mistura com muita ficção ....
o Priorado / Illuminatis / Skull & Bones / Maçonaria / Rosa Cruz / Arco Real ..... Sào Ordens secretas e distintas, uma das outras.
Acreditasse que Uma das mais misteriosas organizações secretas que esteve na base da fundação da Ordem dos Templários. Com ocultas pretensões de poder em França, esta organização conseguiu juntar grandes mestres como Leonardo Da Vinci, Vitor Hugo ou Isaac Newton e membros das famílias reais de toda a Europa. Esta ordem escolhe Sauniére para uma perigosa e difícil missão: encontrar um tesouro sagrado há muito perdido que ameaça os limites da fé.
(fonte : Livro :O Mistério do Priorado de Sião)
O Priorado de Sião foi declarado legalmente como uma associação francesa a 20 de Julho de 1956. O pedido de autorização de constituição foi efectuado a 7 de Maio de 1956, na Sub-Prefeitura de Polícia de Saint-Julien-en-Genevois (Alta Sabóia), mediante uma carta assinada pelos quatro fundadores: Pierre Plantard, André Bonhomme, Jean Deleaval e Armand Defago. A sede social estava estabelecida na casa de Plantard, em Sous-Cassan, Annemasse, na Alta Sabóia.
Segundo Pierre Plantard, o principal fundador do Priorado de Sião , esta sociedade teria contado entre os seus membros com um grande número de personagens da História mais ou menos ligadas ao ocultismo e às artes e ciências, incluindo Nicolas Flamel, Leonardo da Vinci, Isaac Newton, Claude Debussy, Botticelli, Victor Hugo, Charles Nodier, Jean Cocteau, etc. Segundo Plantard, o Priorado era a organização que agira nos bastidores por detrás de outras organizações como os Templários, os Rosa-cruzes e os franco-maçons. De acordo com Lincoln, Baigent e Leigh, o Santo Graal seria o "sangue real" de Cristo (os autores sugerem como hipótese que a palavra "Saint Graal" seja lida como "sang real"), ou seja, a linhagem dos seus hipotéticos descendentes. Nas temáticas do Priorado, maioritariamente compostas por Plantard e Chérisey durante os anos sessenta e setenta, encontram-se também envolvidos outros temas e personagens históricos como a Alquimia, o padre Bérenger Saunière e a lenda do tesouro de Rennes-le-Château, o pintor Nicolas Poussin, o cruzado Godofredo de Bulhão, o Papa João XXIII e outros.
Segundo Plantard, os Cavaleiros Templários e o Priorado de Sião seriam duas facetas de uma mesma organização: a primeira pública e a última secreta. Plantard afirmava que a Igreja Católica tinha traído os Merovíngios ao legitimar a dinastia carolíngia. Segundo Plantard, o Priorado teria como missão proteger os descendentes da dinastia merovíngia, organizando-se contra a Igreja CatólicaSegundo Plantard, em 1188 o Priorado de Sião ter-se-ia separado dos Templários, passando a operar às escondidas (Plantard chamou a esta separação "corte do olmo"), tornando-se uma "sociedade secreta" da elite, enquanto os Templários foram violentamente atacados pelo rei francês Filipe IV, o Belo e pelo Papa Clemente V.
Atualmente essa sociedade secreta é considerada pelas autoridades Francesas completamente extinta, já que não apresenta atividade perceptível desde da década de 50.
O nome da sociedade secreta faz referencia a região onde a própria foi fundada, o Mont Sion, onde os fundadores se reuniam com frequência. Segundo os estatutos do Priorado os principais objetivos desta sociedade era
A constituição de uma ordem católica, destinada a restituir numa forma moderna, conservando o seu carácter tradicionalista, o antigo cavaleiro, que foi, pela sua acção, a promotora de um ideal altamente moralizante e elemento de um melhoramento constante das regras de vida da personalidade humana".
O PRIORADO E OS TEMPLÁRIOS
Aparentemente, o início da Ordem dos Templários tem ligação com São Bernardo de Clairvaux, um monge cisterciense (1091-1153). Os cistercienses tinham sido criados em 1098 e se espalharam rapidamente graças ao fervor dos cruzados. Bernardo, que renunciou à carreira como cavaleiro em 1122, tornou-se líder espiritual da Europa quando levou Inocente 11 ao Papado, defendeu o misticismo opondo-o ao racionalismo do Escolasta Abelardo e promoveu a Segunda Cruzada. São Bernardo escreveu o Estatuto dos Templários e incentivou-os a proteger o recém-estabelecido Reino de Jerusalém, continuamente atormentado por exércitos muçulmanos. A fundação da Ordem dos Templários veio da decisão de proteger o Reino, tomada em 1113-5.
Os primeiros nove templários (que incluíam o tio de Bernardo, André de Montbard) chegaram a Jerusalém em 1119, e Balduíno II, Rei de Jerusalém, lhes cedeu o local do Templo de Salomão. Sua sede era no palácio real de Salomão, na área do Templo de Salomão sobre o Monte Zião ou Sião, que tinha abrigado a Arca desaparecida por volta de 586 a.C. Essa arca continha as tábuas dos Dez Mandamentos trazidas para Jerusalém por Davi. Os primeiros templários moravam num palácio oblongo, sustentado por colunas internas acima do estábulo de Salomão, que já tinha abrigado dez mil cavalos. Uma testemunha ocular relatou que estavam construindo um novo mosteiro e fazendo o alicerce de uma nova igreja. As escavações sugerem que os templários estavam procurando um tesouro no local do Templo de Salomão.
Na verdade, a Ordem dos Templários foi criada pela Ordem de Sião. Um dos nove templários originais foi o verdadeiro fundador, Hugues de Payens, que se tornou Grão-Mestre dos Cavaleiros Templários. A Ordem de Sião, mais tarde Prieuré Notre-Dame de Sion, era praticamente desconhecida até que os autores de The Holy Blood and the Holy Graal descobriram documentos relacionados a ela. Foi fundada em 1090 por Godfroi de Bouillon, que os cruzados católicos puseram no trono de Jerusalém. Alegando ser da linhagem de Davi e tutelado por Pedro o Eremita, Godfroi organizou uma sociedade secreta que o preparasse para ser o Rei de Jerusalém. Em 1095, o Papa Urbano II conclamou uma cruzada, uma guerra santa que tomaria a tumba de Cristo das mãos dos infiéis muçulmanos. Em 1099, Godfroi tomou Jerusalém. O trono lhe foi oferecido através de um conclave secreto que incluía Pedro o Eremita, que já estava em Jerusalém. A Ordem de Sião trabalhava agora para governar o mundo do Trono de Davi em Jerusalém, através da linhagem merovíngia. Godfroi ordenou a construção de uma abadia no Monte Zião para abrigar a Ordem de Sião. Mas morreu no ano seguinte, 1100, e foi sucedido por seu irmão mais novo, Balduíno, que se tornou Rei de Jerusalém. Foi então que a Ordem de Sião recomendou a Hugues de Payens que fundasse os Cavaleiros Templários. J. R. Church explica o motivo: "Os Cavaleiros Templários foram criados com o propósito secreto de preservar a linhagem merovíngia, na esperança de um dia instituir um governo mundial e levar seu rei ao trono – um rei que pudesse afirmar ser descendente direto de Jesus Cristo e Maria Madalena. " 11 Em março de 1117, Balduíno I levou a constituição dos Cavaleiros Templários à Ordem de Sião, que a aprovou em 1118.
A partir de 1188, o protetor da Ordem de Sião passou a ser o Rei da Inglaterra. Ela era agora chamada de Priorado de Sião. A sede templária continuou em Rennes-le-Château, onde a fortuna de Salomão estava supostamente escondida.
A luta Sião/Templária continuou ao longo dos 800 anos seguintes e esteve por trás das revoluções britânica, norte-americana, francesa e russa, como já vimos. Ela prefigura também o cisma, no governo mundial de hoje, entre Rockefellers e Rothschilds. Logo depois de 1891, o Priorado de Sião conseguiu tomar a igreja de Rennes-le-Château dos Templários, quando o abade Bérenger Saunière, um jovem padre sem vintém, enviado em 1885 para uma paróquia assolada pela pobreza, que nunca tivera mais de duzentos paroquianos, embarcou de repente num extravagante programa de construção para restaurar sua igreja. (Segundo alguns documentos, só o trabalho de restauração custou 350 milhões de cêntimos, cerca de 700.000 libras em valores de hoje.) Isso gerou rumores no vilarejo de que ele tinha descoberto um tesouro numa tumba na cripta da igreja. A igreja tinha sido consagrada a Maria Madalena (a noiva de Cristo, segundo os merovíngios sionistas) em 1059. Segundo alguns, Saunière descobriu antigos documentos provando que Jesus sobreviveu à crucificação, casou-se com Maria Madalena e morreu na França – e o Vaticano comprou seu silêncio. Entre 1891 e sua morte em 1917, ele gastou uma fortuna e deixou criptogramas e códigos que talvez indiquem a fonte de sua súbita riqueza.
Em 1892, Saunière foi a Paris e conheceu o maçom Emile Hoffet e a cantora Emma Calvé, que era ligada a Joseph Péladan. Em 1891, Péladan tinha participado da fundação (com o Conde de Larochefoucauld) da cabalística Ordem Rosa-Cruz do Templo e do Graal. Os três eram convidados frequentes em Rennes-le-Château e, depois do trabalho de reconstrução feito por Saunière, a igreja deixou de ser a sede templária para ser a sede de Sião, graças ao tesouro que ele parece ter encontrado no local ou graças ao dinheiro do Vaticano para que se calasse. Os Templários podem ter cooperado permitindo essa mudança de ênfase.
O propósito da Ordem de Sião era, e ainda é, criar, um Reino Mundial com Jerusalém como capital e um descendente direto de Davi no trono.Sobre o pórtico de entrada da igreja de Rennes-le-Château, em pleno país cátaro, estão entalhadas as palavras Regnum Mundi ou "Reino do Mundo". (Os cátaros chamavam o Demiurgo ou – na visão deles – o Deus mau da criação material, de Rex Mundi, "Rei do Mundo".) Esse é o texto completo sobre o pórtico:
"REGNUM MUNDI ET OMNEM ORNATUM SOECULI CONTEMPSI PROPTER ANOREM DOMINI MEI JESU CHRISTTI QUEM VIDI QUEN (SIC) AMAVI IN QUEM CREMINI QUEM DILEXU”
Há "erros" no latim e a inscrição não parece fazer sentido. No entanto, Saunière não cometia erros: fazia tudo deliberadamente. Isso parece sugerir que essa inscrição é um código (com 22 palavras e 114 letras) esperando para ser decifrado. Já foram feitas algumas tentativas de decifrá-lo.
No decorrer de suas restaurações, Saunière afirmou ter encontrado quatro pergaminhos dentro do oco de um suporte de altar carolíngio, do século VIII. Nesses pergaminhos, haveria uma lista de Grão-Mestres dos Cavaleiros Templários e do Priorado de Sião, assim como uma história da linhagem merovíngia. Além disso, dois deles conteriam genealogias datadas de 1244 e 1644. Esses documentos antigos podem ter sido postos na cavidade pelo próprio Saunière, agindo em nome de dois rosa-cruzes cabalistas que eram muitas vezes seus convidados.
Depois da separação entre os Templários e Sião em Gisors, Sião adotou o nome Ormus ("orme", francês para "olmo") e passou a seguir a religião do egípcio Ormus, um gnóstico alexandrino que se converteu ao Cristianismo em 46 d.C. e que usava como símbolo uma cruz vermelha. Merovée (que governou de 448 a 458 e cujo nome os reis merovíngios dos francos adotaram) nasceu com uma marca vermelha em forma de cruz sobre o coração. A pedido do Grão-Mestre de Sião, Jean de Gisors (1188-1220), o Priorado de Sião adotou a cruz vermelha de Ormus como emblema e passou a se denominar "L Ordre de Ia Rose-Croix Veritas" (Ordem da Verdadeira Cruz Vermelha). Os sionistas alegam que foi Jean de Gisors que fundou o Rose-Croix ou Rosacrucianismo. Ao mesmo tempo, Sião adotou o "olho que tudo vê" de Osíris, que os Templários também adotaram. Tais similaridades permitiam aos sionistas penetrar nas reuniões templárias.
O Conde de Champagne, Hugues de Champagne, que participara da descoberta do tesouro templário, tinha uma parenta chamada Marie, Condessa de Champagne, que era filha de Eleanor de Aquitaine (mulher de Luís VII da França e de Henrique II da Inglaterra). Chrétien de Troyes, o primeiro a narrar a história do Graal, vivia em sua corte. Philippe d'Alsace, Conde de Flanders, tinha tentado casar com Marie em 1182 (o poema Percival de Chrétien, ou Le Conte du Graal, é dedicado a ele). Será que Chrétien tomou conhecimento da taça do Graal através de Marie ou de Philippe, que por sua vez ouviram a história do seu descobridor, Hugues de Champagne?
Depois do cisma, os Templários se tornaram satanistas. Tinham conhecido mistérios orientais na Terra Santa, especialmente a falsa Cabala mágica e oculta, e seu contato com os cátaros tinha reforçado seu Gnosticismo. Usavam haxixe e praticavam magia negra e bruxaria. Viam Jesus e a Igreja Católica como inimigos. Voltaram ao dualismo gnóstico, segundo o qual Deus tem dois filhos: Satanail/Lúcifer (o mais velho) e Jesus (o mais novo), dois quais só o mais velho deve ser reverenciado. Adoravam Lúcifer, o deus do mal, e se curvavam diante do Bafometo, um demônio representado por uma cabeça de bode dentro de uma estrela de cabeça para baixo, e adotaram o símbolo da caveira com os ossos cruzados.
Em 1291, em Acre, o último baluarte dos cruzados na Terra Santa foi tomado pelos sarracenos e o Reino de Jerusalém, que começou com Godfroi, deixou de existir. Os Templários tinham perdido seu local de operações e também sua razão de ser. Nos quinze anos que se seguiram, entraram em profundo declínio. Sião não tinha fundos e tinha que fazer empréstimos com os Templários, que tinham lançado mão traiçoeiramente do tesouro de Salomão, que era seu por direito. Felipe IV da França era um monarca financeiramente inseguro que invejava a fortuna dos Templários e que estava determinado a destruir a Ordem com a ajuda clandestina de Sião, que conhecia suas senhas, e do Vaticano. Quando Clemente V se tornou papa, Felipe, que tinha nele um aliado, convenceu-o a ordenar a supressão dos Cavaleiros Templários. Felipe queria a fortuna dos Templários e Sião queria de volta o tesouro de Salomão, incluindo o Santo Graal, que os Templários supostamente tinham. (Diz uma tradição que Maria Madalena o levou com ela para a França em 70 d.C.) Um agente infiltrado (possivelmente sionista, certamente a serviço do rei francês) obteve uma confissão de um templário, que permitiu que Felipe agisse. No amanhecer do dia 13 de outubro de 1307, uma sexta-feira, todos os Templários da França seriam capturados e teriam seus bens confiscados.
Felipe nunca encontrou o ouro dos Templários. Esse ouro estava em Paris, onde os Templários operavam como banqueiros, atendendo toda a Europa. Dizem os rumores que, depois de um aviso, esse ouro foi levado para a base naval templária em La Rochelle e embarcado em 18 galeras: depois disso nunca mais foi visto. Pode ser que o Priorado de Sião tenha recuperado esse ouro em La Rochelle, ou mesmo depois, através dos Cavaleiros Hospitalários de São João, ordem controlada pelos ingleses, levando-o então para a Inglaterra, que rapidamente se tornou uma potência mundial, sendo durante 400 anos a nação mais poderosa e rica da terra. Hoje, a City de Londres ainda é o centro financeiro do mundo. Estaria o ouro templário no coração do Império Britânico? Se o ouro foi para a Inglaterra, isso explicaria por que os Templários fugiram para a Escócia e lutaram contra a Inglaterra em 1314, ao lado de Robert Bruce. Sua sede escocesa ficava na "preceptoria", em Rosslyn. Nenhum templário foi preso em Rennes-le-Château e nunca ficou claro o que aconteceu com o tesouro de Salomão. Em 1981, Pierre Plantard, Grão-Mestre do Priorado de Sião, declarou: "A Ordem está de posse do tesouro perdido do Templo de Jerusalém. Ele será devolvido para Israel na hora certa.” A hora certa pode ser quando um merovíngio subir ao trono de Davi e se tornar Rei de Jerusalém.
Jacques de Molay, último Grão-Mestre dos Templários, só foi capturado em 1314. Foi julgado e queimado em fogo lento na Ilê de Ia Cité, no Sena. Com ele estava Geoffroy de Charnay, então de posse do Sudário de Turim, roubado de Constantinopla. Já sufocando com a fumaça do fogo lento, De Molay amaldiçoou o papa e o rei, gritando que, em menos de um ano, Clemente e Felipe compareceriam diante de Deus para responder por seu ato. O papa morreu de disenteria no mês seguinte e o rei morreu com sintomas misteriosos (veneno templário ou de Sião?) antes do final do ano. A maldição lançada sobre a monarquia ecoou através da França pré-revolucionária e os jacobinos derivaram seu nome do primeiro nome de De Molay, Jacques. Os Bourbons eram ligados pelo casamento a Felipe IV. Assim, a execução do Bourbon Luís XVI pelos jacobinos e o fim da monarquia cumpriram a maldição de De Molay. (Conta-se que, quando a cabeça de Luís caiu, um maçom templário pulou sobre o cadafalso e gritou: "Jacques de Molay está vingado!")
Com a morte de Jacques de Molay, o Templo deixou oficialmente de existir. Acolhidos na Escócia por Robert Bruce, os Templários usaram o assassinato ritual de Hiram Abiff para simbolizar a morte de Jacques de Molay, introduzindo esse ritual na cerimônia de iniciação do "32 grau", o rito de iniciação para Mestre Maçom. Nos 400 anos que passaram na Escócia, os Templários controlaram a dinastia Stuart, incluindo Jaime VI da Escócia, que se tornou Jaime 1 da Inglaterra. Jaime I era um iniciado dos Templários Escoceses e levou a Ordem para Londres. Carlos I continuou a tradição templária Stuart. Os Templários acabariam sendo exilados para a França com os Stuarts em 1689.
Os Templários foram então uma seita herética cujo impacto foi totalmente fora de proporção com o número de seus membros. Influenciaram a Igreja de época de São Bernardo, emprestavam dinheiro para os reis da Europa e desafiaram a Cristandade. Como no caso dos cátaros, a espiritualidade e o misticismo dos Templários eram verdadeiros, mas suas idéias e sua religião foram corrompidas por práticas de magia oriental que lembravam a Cabala mágica, fundindo aos poucos diversos grupos heréticos para formar a Franco-Maçonaria moderna, com uma agenda de governo mundial.
0 Priorado de Sião queria tomar a Inglaterra de volta dos Templários. A Inglaterra tinha sido sionista de 1188 até 1603 e, se os Templários levaram o tesouro de Salomão para a Inglaterra, o Priorado teria uma dupla razão para querer a Inglaterra de volta – e há evidências de que o Priorado estava envolvido na Revolução Puritana.
As genealogias relativas ao Priorado de Sião compiladas por Henry Lobenau (um pseudônimo, segundo alguns, de Leo Schidlof) e incluídas nos registros secretos do Priorado de Sião, foram supostamente descobertas pelo padre Sauniére em Rennes-le-Château. Há quem diga que os Dossiês Secretos sejam uma falsificação. A descoberta dos Dossiês foi amplamente investigada pelos autores de THE HOLY BLOOD AND THE HOLY GRAIL, e a própria alegação de que são uma falsificação deve ser tratada com algum ceticismo. Se o Priorado de Sião existe, e há muitas evidências sugerindo que sim, alegaria que os Dossiês Secretos são uma falsificação para restaurar o segredo revelado por THE HOLY BLOOD AND THE HOLY GRAIL.
Nelson Mandela
¨ A morte é inevitável. Quando um homem fez o que considera seu dever para com o seu povo e seu pais, pode descansar em paz.
Nelson Mandela
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
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